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8 de novembro de 2011

Um programa mínimo para a crise europeia

No único debate para as eleições em Espanha, Rubalcava defendeu:  alargamento do período de ajustamento aos critérios de convergência em mais 2 anos; a redução da taxa de juro do BCE e um plano Marshall de 70 mil milhões para relançar a economia europeia.
Estas três questões, tão simples de identificar, seriam boas também para Portugal e poderiam, talvez, corporizar um programa mínimo para enfrentar a crise global da Europa.
Os Países em dificuldades têm que controlar os seus deficits e a sua dívida mas isso não pode significar a sua asfixia que, como já se viu, não libertaria o resto da Europa de ser arrastada pela crise. Não resta outra alternativa que não seja  promover o crescimento na Europa, mesmo que seja à conta de algum crescimento da inflacção. Como tem vindo a ser defendido por muitos economistas e pelos Países do G20, quer os EUA, quer os países emergentes.
Porque será que é asim tão dificil de entender? Será que, como parece, há agendas escondidas?


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